Re-Olhar

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A indiferença, a falta de delicadeza, as pequenas cobardias do quotidiano, tudo isto contribui para essa perniciosa forma de cegueira mental que consiste em estar no mundo e não ver o mundo, ou só ver dele o que, em cada momento, for susceptível de nos servir.
José Saramago
  • 1 year ago
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No. 37

invisiblestories:

The feeling that you are no more or less than the last thought someone’s had of you.

Source: invisiblestories

  • 1 year ago > invisiblestories
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Morre lentamente…

“Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir do conselhos sensatos.

Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar.

Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.”

- Pablo Neruda

  • 1 year ago
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No one can make you feel inferior without your consent.
Eleanor Roosevelt
  • 1 year ago
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Miró
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Miró

  • 1 year ago
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Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco,
sem o qual a vida não vale a pena
Clarisse Lispector
  • 1 year ago
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… E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre.
Miguel Sousa Tavares (jornalista e escritor português, a propósito da perda de sua mãe, a escritora e poetisa Sophia de Mello Breyner)
  • 1 year ago
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Aetas: carpe diem,
quam minimum credula postero.

Voa: aproveita o dia presente,
confia pouco no amanhã.

Odes, I, 11 - Horatius
  • 1 year ago
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This year…

This Isn’t Happiness

  • 1 year ago
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  • 2 years ago
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